2009
DOI: 10.1590/s1516-80342009000400015
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Percepção e o impacto da música na audição de integrantes de banda militar

Abstract: OBJETIVO: Avaliar a exposição à música elevada, a percepção da sua intensidade e seu impacto na audição em integrantes de uma banda militar. MÉTODOS: Investigou-se os níveis de pressão sonora no local de ensaio da banda, aplicou-se um questionário e efetuou-se a avaliação auditiva (medidas de imitância acústica e audiometria tonal). Participaram da pesquisa 50 integrantes da banda militar do exército do Paraná, todos do sexo masculino, com média de idade de 34,9 anos e tempo médio de atuação na banda de 14,2 a… Show more

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“…However, this study showed that the effects of music were more perceptible after a time of exposure longer than 21 years (19) . Regarding workers exposed to the intense noise of industries, hearing loss is observed after five to ten years of exposure to sound (10) .…”
Section: Discussionmentioning
confidence: 99%
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“…However, this study showed that the effects of music were more perceptible after a time of exposure longer than 21 years (19) . Regarding workers exposed to the intense noise of industries, hearing loss is observed after five to ten years of exposure to sound (10) .…”
Section: Discussionmentioning
confidence: 99%
“…Researchers throughout the world described hearing disorders caused by exposure to music, such as hearing impairment or differences in hearing thresholds, not necessarily as disorders related to hearing loss, especially in high frequencies (3)(4)(5)(6)(7)(8)(9)(10).…”
Section: Introductionmentioning
confidence: 99%
“…Even taking NIHL risk, it was evidenced that 74.74% of the workers did not wear earpieces, increasing their chances for noise-induced hearing impairment 21,22 . When workers are exposed to noise above 85 dB(A), it is known that they may develop hearing loss, and the use of earpiece is an important preventive measure 23,24 .…”
Section: Documental Analysis Revealed That Environmental Risk Preventmentioning
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“…De participante para participante e de frequência para frequência, não foi observado um aumento da média com o aumento da frequência e também não foi observado uma orelha pior que a outra, como representado no quadro a seguir: Quanto as respostas encontradas no questionário, das perguntas chaves para correlacionar com o zumbido, é observado que apenas 1 jovem não faz uso dos fones auriculares, e também apenas 1 faz uso frequente da música amplificada ambiental, como discotecas, por exemplo, o tempo de uso dos fones auriculares variaram de menos de 1 ano á 3 anos, tendo uma correlação positiva com as idades dos pacientes. No que se refere a número de horas de escuta, o resultado também variou em menos de 1 hora á 3 horas, revelando que o participante mais novo é o que faz uso por mais horas, quanto a intensidade, esta variou de 25% á 75%, revelando que o jovem que faz uso por menos de 1 hora, ouve em volume alto, e o participante que faz uso de 1 á 3 horas ouve em um volume médio, como descrito no quadro seguinte: BAHIA; BORJA, 2009;NASCIMENTO et al 2008;GONÇALVES et al 2009;JORGE JR et al, 1996;MOMENSONH-SANTOS;LOPES, 2008;GARSTECKI, 2010) Estudos demonstraram que é grande o número de adolescentes que fazem uso da música amplificada em várias situações, uma delas é durante as tarefas escolares, onde relataram conseguir uma melhor concentração (VOGEL et al, 2008) e em outros ambientes, como no trânsito, faculdade, rua, academias, sendo estes, ambientes ruidosos, fazendo com que os usuários aumentem a intensidade do seu equipamento para mascarar o ruído externo (GONÇALVES, 2009;BERGLUND;LINDVALL, 1995), QUINTANILLA-DIECK et al (2009) (HIKSON et al, 2007;BRINK et al, 2002;DAVIS et al, 1998;MUCHNIK et al, 2012;CHUNG et al, 2005;TORRE, 2008;VOGEL et al, 2009;MARIA et al, 2009) No grupo 2, onde o uso constante da música amplificada é ambiental, quando analisadas as principais respostas do questionário temos, quase 90% fazendo uso menos de uma hora por dia, 44,40% usam a intensidade acima de 50% da intensidade máxima do equipamento e mesmo assim, mais de 60% classifica o som que ouve como confortável ou suave, 22,22% raramente ou nunca conseguem conversar enquanto ouvem a música amplificada, essa porcentagem pode ter sido menor, uma vez que a música quando ouvida através de caixas de som, perde energia até chegar ao nosso sistema auditivo, enquanto que no fone, praticamente não perde energia alguma se tornando mais potente e impedindo que os sons de fala sejam entendidos. Dos sintomas mais encontrados, apenas a dificuldade para entender a fala no ruído foi apresentada, sendo referida por 66,66% da popula...…”
Section: Correlação Entre Os Fatores De Risco E Os Achados Audiológicosunclassified