2011
DOI: 10.7322/jhgd.19999
|View full text |Cite
|
Sign up to set email alerts
|

Perfil clínico-epidemiológico de crianças e adolescentes que vivem e convivem com espinha bífida

Abstract: Crianças e adolescentes que convivem com espinha bífida Rev Bras Crescimento Desenvolvimento Hum. 2011; 21( Palavras-chave: anomalias congênitas; disrafismo espinal; defeitos do tubo neural; crianças portadoras de deficiência; assistência de enfermagem. PESQUISA ORIGINAL ORIGINAL RESEARCH

Help me understand this report

Search citation statements

Order By: Relevance

Paper Sections

Select...
3
1
1

Citation Types

0
3
0
7

Year Published

2012
2012
2022
2022

Publication Types

Select...
8

Relationship

0
8

Authors

Journals

citations
Cited by 10 publications
(10 citation statements)
references
References 18 publications
(49 reference statements)
0
3
0
7
Order By: Relevance
“…Gaiva et al 21 encontraram prevalência do sexo masculino em seu estudo, encontrada também por outros autores 7 . O gênero não influi na análise dessas crianças nessa faixa etária.…”
Section: Discussionunclassified
“…Gaiva et al 21 encontraram prevalência do sexo masculino em seu estudo, encontrada também por outros autores 7 . O gênero não influi na análise dessas crianças nessa faixa etária.…”
Section: Discussionunclassified
“…4 Crianças com mielomeningocele podem apresentar incapacidades crônicas graves, tais como: hidrocefalia, bexiga neurogênica, disfunção intestinal, problemas ortopédicos e paralisia de membros inferiores; 5,6 podendo ainda serem importantes transtornos emocionais, psicossociais e deficiência cognitiva. 7 O tratamento engloba equipe multidisciplinar composta de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e enfermeiros, devido à complexidade dos problemas decorrentes e que não podem ser tratados isoladamente. A necessidade de tratamento cirúrgico inicial consiste no fechamento do orifício com a internalização do sistema nervoso e dos tecidos sobrejacentes, como fáscia, músculo, pele e gordura.…”
Section: Discussionunclassified
“…As malformações congênitas enquanto outro fator originário das necessidades especiais de saú-de representam a segunda causa de mortalidade nessa faixa etária, chegando, em alguns estados brasileiros, a 30% dos óbitos em menores de um ano 19 . Nesse sentido, existem estratégias governamentais para sua prevenção a partir de medidas como o uso do ácido fólico antes da concepção e o rastreamento de doenças por meio do Teste do Pezinho 20 . Além disso, os avanços na medicina diagnóstica têm contribuído para que a maioria das malformações possa ser detectada ainda no perío-do gestacional, possibilitando o planejamento antecipado para o nascimento do bebê em uma instituição que ofereça suporte adequado e equipe multiprofissional experiente 19 .…”
Section: Discussionunclassified