2015
DOI: 10.4322/0104-4931.ctoao0558
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Grupo de convivência em saúde mental: intersetorialidade e trabalho em rede

Abstract: Resumo: Introdução: Os últimos 20 anos têm sido profícuos na regulamentação legislativa do processo da Reforma Psiquiátrica, proporcionando a edificação de equipamentos voltados a aliar acompanhamento clínico comunitário a propostas de inclusão social de sua população alvo. Para tanto, a prerrogativa do trabalho em rede torna-se imprescindível. Nesse panorama, o Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Paraná, em parceria com uma associação de Curitiba, vem desenvolvendo um Grupo de Convi… Show more

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“…Uma força bastante sutil, porém potente, também pôde ser acionada, agregando valores e ampliando ainda mais o conhecimento profissional para o cuidado comunitário em Saúde Mental. É ponto pacífico entre vários estudiosos do campo a necessidade de fortalecimento de uma rede social de apoio para a especialização do cuidado em Saúde Mental, de maneira a fornecer suporte concreto e cotidiano aos usuários em espaços vitais de circulação comunitária (Ferro, 2015;Fontes, 2007;Loures, et al, 2016;Mângia & Muramoto, 2007;Silva et al, 2014) [30][31][32][33][34] .…”
Section: Educação Permanente Em Saúde E Espaços Plurais De Formação: ...unclassified
“…Uma força bastante sutil, porém potente, também pôde ser acionada, agregando valores e ampliando ainda mais o conhecimento profissional para o cuidado comunitário em Saúde Mental. É ponto pacífico entre vários estudiosos do campo a necessidade de fortalecimento de uma rede social de apoio para a especialização do cuidado em Saúde Mental, de maneira a fornecer suporte concreto e cotidiano aos usuários em espaços vitais de circulação comunitária (Ferro, 2015;Fontes, 2007;Loures, et al, 2016;Mângia & Muramoto, 2007;Silva et al, 2014) [30][31][32][33][34] .…”
Section: Educação Permanente Em Saúde E Espaços Plurais De Formação: ...unclassified
“…Com a implementação do SUS, foram realizadas várias mudanças no sistema de atenção à saúde mental, entre elas, a substituição progressiva das instituições manicomiais por uma rede substitutiva de serviços, formando a atual Rede de Atenção em Saúde Psicossocial (RAPS). A RAPS é composta por diferentes estratégias que têm como objetivo a reinserção social de pessoas com transtornos mentais, tais como os Centros de Atenção Psicossocial (AMARANTE, TORRE, 2001;ZANELLA et al,2016), serviços residenciais terapêuticos e o Programa de Volta para Casa (ROMAGNOLI et al, 2009), Centros de Convivência (FERRO, 2015), iniciativas de Economia Solidária e cooperativas de trabalho (MARTINS, 2014), e a articulação com a Estratégia da Saúde da Família (DIMENSTEIN et al, 2009;BRASIL, 2011).…”
Section: Reforma Psiquiátrica E Estratégias Participativasunclassified
“…A densidade de tais redes depende da relação e da quantidade de ligações de cada ator com os demais componentes 1 . Podem também ser consideradas espaços em que as pessoas contam com diversos tipos de suporte, tendo a possibilidade de compartilhar os problemas e tentar encontrar soluções, como um sistema de apoio 2 ou "a soma das relações que um indivíduo percebe como significativas ou diferenciadas da massa anônima da sociedade" 3 .…”
Section: Redes Intersetorialidade E Territóriounclassified