2017
DOI: 10.1590/1981-7746-sol00060 View full text |Buy / Rent full text
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Jéssica Janai Santos Meneses,
Monaise Madalena Oliveira e Silva,
Marcelo Eduardo Pfeiffer Castellanos
et al.

Abstract: Re su mo A partir de 2008, criaram-se vários cursos de graduação em saúde coletiva no Brasil. Publicações prévias descreveram processo de abertura, perfil dos alunos e experiências vivenciadas por esses cursos. Apresentamos aqui um perfil geral dos cursos abertos entre 2008 e 2014. As informações foram obtidas por meio da Coordenação do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva e das páginas eletrônicas institucionais dos cursos. No período estudado, houve expressiva expan… Show more

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“…Esta situação expõe uma grande lacuna existente nos serviços públicos de saúde e proporciona campo de trabalho para um profissional em pleno movimento de identidade, os graduados em Saúde Coletiva, denominados sanitaristas. A graduação em Saúde Coletiva foi idealizada ainda na Reforma Sanitária e teve um longo caminho de discussão até a sua concretização em (MENESES et al, 2017. Atualmente, são 21 cursos da área de saúde coletiva/saúde pública em universidades brasileiras, com os primeiros egressos sanitaristas formados entre 2011 e 2012 (CEZAR et al, 2015;PINTO;TEIXEIRA, 2018).…”
Section: Vigilância Em Saúdeunclassified
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“…Esta situação expõe uma grande lacuna existente nos serviços públicos de saúde e proporciona campo de trabalho para um profissional em pleno movimento de identidade, os graduados em Saúde Coletiva, denominados sanitaristas. A graduação em Saúde Coletiva foi idealizada ainda na Reforma Sanitária e teve um longo caminho de discussão até a sua concretização em (MENESES et al, 2017. Atualmente, são 21 cursos da área de saúde coletiva/saúde pública em universidades brasileiras, com os primeiros egressos sanitaristas formados entre 2011 e 2012 (CEZAR et al, 2015;PINTO;TEIXEIRA, 2018).…”
Section: Vigilância Em Saúdeunclassified
“…Os resultados apresentados nos mostram os relatos dos Bacharéis em Saúde Coletiva com relação ao mercado de trabalho, dificuldades e perspectivas futuras, ainda que o os CGSC sejam relativamente novos. Meneses et al (2017) em seu artigo intitulado Panorama dos cursos de graduação em Saúde Coletiva no Brasil entre 2008 e 2014, destacam que é muito estimulante constatar que em seu curto período de existência os CGSC já estão relativamente bem distribuídos nas cinco regiões do Brasil e também argumentam que a formação graduada não deve consistir em uma formação especializada, pois a existência de uma graduação é um dos elementos centrais no processo de consolidação de uma profissão.…”
Section: Perspectivas Para O Futurounclassified
“…Houve um longo processo de discussão para a criação desses cursos, Santos (2014) (Meneses et al, 2017), e que no dia 10 de agosto de 2017 as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do CGSC, discutidas no âmbito do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva (FGSC) da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (Brasil, 2017a (2012b), que os profissionais, quando os receberam nos espaços de trabalho, desconheciam esse novo sanitarista e seus espaços de atuação, e que alguns estados pareciam mais favoráveis à inserção profissional, enquanto outros demostraram contextos limitadores. Esses bacharéis já sabiam que a construção de identidade e de reconhecimento profissional seria feita no trabalho na relação produzida com outros atores da saúde.…”
Section: Introductionunclassified