2008
DOI: 10.1590/s1516-84842008000700011
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Leucemia Mielóide Crônica: transplante de medula óssea

Abstract: A única terapia curativa para Leucemia Mielóide Crônica ainda é o transplante de células hematopoéticas progenitoras (TCHP); os atuais resultados com uso do imatinibe são suficientes para indicarmos o TCHP como um tratamento de segunda ou terceira linha. A decisão de realizar TCHP existe em uma variedade de momentos: falha em se conseguir remissão hemtológica, citogenética ou molecular, ou quando se perde a melhor resposta conseguida ou por progressão da doença para uma fase avançada. Há decisão também de como… Show more

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“…Historicamente, os tratamentos onco-hematológicos evoluíram bastante (ARANHA, 2008). No início, os tratamentos utilizavam-se de arsênico e radioterapia, que promoviam um certo controle sobre os sintomas.…”
Section: Fases Do Transplanteunclassified
“…Historicamente, os tratamentos onco-hematológicos evoluíram bastante (ARANHA, 2008). No início, os tratamentos utilizavam-se de arsênico e radioterapia, que promoviam um certo controle sobre os sintomas.…”
Section: Fases Do Transplanteunclassified
“…Os medicamentos conhecidos como inibidores de tirosine quinase 18,19 (substância importante na progressão da célula leucêmica) apresentam-se como uma "mudança de paradigma" no tratamento da leucemia e do câncer. Destaca-se nesse grupo o Mensilato de Imatinibe (Gleevec ou Glivec) 20 , que apresenta resultados que só haviam sido obtidos anteriormente com o transplante de medula óssea 19,21 .…”
Section: Introductionunclassified
“…Assim, para compreender como a LMC impacta ou desestrutura o mundo da vida 21 é preciso considerar a inter-relação entre três elementos: o corpo, como fundamento da inserção prática no mundo; a compreensão, considerada como o modo essencial que o ser humano tem de existir no mundo; e a intersubjetividade 23,24,25 , a qual se refere às correspondências mútuas que preexistem nas interações sociais. A abordagem das experiências subjetivas dos sujeitos permite relacionar aspectos tanto sociais como cognitivos da experiência ao abordar a forma pela qual os indivíduos se situam ou assumem a situação de enfermidade, conferindo-lhes significados e desenvolvendo formas rotineiras de viver com ela.…”
Section: Introductionunclassified