2003
DOI: 10.1590/s0102-33062003000100006
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Florística e estrutura da comunidade arbórea de um fragmento florestal em Luminárias, MG

Abstract: O objetivo deste trabalho foi analisar a composição florística e estrutural da comunidade arbórea de uma floresta em Luminárias, MG. O local de estudo é conhecido como Mata do Galego, possui cerca de 77 ha e está localizado a 21°29'S e 44°55'W, às margens do rio Ingaí. A amostragem florística foi realizada em parcelas e também em caminhadas pela floresta. Todo o material coletado foi identificado e incorporado ao Herbário ESAL, da Universidade Federal de Lavras. O levantamento estrutural foi realizado por meio… Show more

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“…Tanto o número de espécies quanto a diversidade florística observados nas florestas paludosas mostraram-se mais baixos que os valores encontrados para outras formações florestais, como florestas ripárias e estacionais semidecíduas (Cavassan et al 1984, Durigan & Leitão Filho 1995, Araújo et al 1997, Rodrigues et al 2003, Souza et al 2003. Nessas formações, o número de espécies arbustivo-arbóreas amostradas foi muitas vezes igual ou superior a 100 e os valores de diversidade foram quase sempre superiores a 3, algumas vezes superando 4 nats.indivíduo -1 .…”
Section: Discussionunclassified
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“…Tanto o número de espécies quanto a diversidade florística observados nas florestas paludosas mostraram-se mais baixos que os valores encontrados para outras formações florestais, como florestas ripárias e estacionais semidecíduas (Cavassan et al 1984, Durigan & Leitão Filho 1995, Araújo et al 1997, Rodrigues et al 2003, Souza et al 2003. Nessas formações, o número de espécies arbustivo-arbóreas amostradas foi muitas vezes igual ou superior a 100 e os valores de diversidade foram quase sempre superiores a 3, algumas vezes superando 4 nats.indivíduo -1 .…”
Section: Discussionunclassified
“…Em comparação com as análises químicas da camada superficial dos solos da floresta semidecídua adjacente (A.G. Manzatto, comunicação pessoal), bem como de outras localidades (e.g. Araújo et al 1997, Espírito Santo et al 2002, Ruggiero et al 2002, Rodrigues et al 2003, os Gleissolos Háplicos identificados na floresta paludosa parecem não representar condições limitantes quanto às propriedades edáficas, uma vez que valores de mesma magnitude podem ser encontrados nas florestas estacionais semidecíduas. Entretanto, os Neossolos Flúvicos mostraram-se mais restritivos em relação à distribuição das espécies, provavelmente em função da maior acidez e da menor fertilidade ocasionadas pela saturação hídrica permanente na superfície do solo.…”
Section: Discussionunclassified
“…Oliveira Filho et al 1994b, Carvalho et al 1995b, van den Berg & Oliveira Filho 2000, Vilela et al 2000, Botrel et al 2002, Espírito-Santo et al 2002, Rodrigues et al 2003, Souza et al 2003. Famílias aqui destacadas pelo maior número de espécies, como Aquifoliaceae, Asteraceae, Clusiaceae, Cyatheaceae e Myrsinaceae, não apresentam tal importância nestas outras áreas.…”
Section: Discussionunclassified
“…Ao sul do estado de Minas Gerais, na região do Alto Rio Grande, estudos envolvendo as formações florestais ripárias protetoras de nascentes (Oliveira Filho et al 1994a, b, c, Vilela et al 1994, van den Berg & Oliveira Filho 1999, 2000 e aquelas localizadas ao longo do curso dos rios (Gavilanes et al 1992, Oliveira Filho et al 1994c, d, e, Carvalho et al 1995a, b, Vilela et al 2000, Botrel et al 2002, Rodrigues et al 2003, Souza et al 2003 vêm sendo realizados, a partir de 1990, por meio do contrato firmado entre a Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e, entre 1998 e 2002, do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (PROBIO).…”
unclassified
“…Diversidade, estrutura e distribuição das espécies -O número de espécies encontrado (65), pode ser considerado pequeno se comparado aos estudos realizados em florestas ripárias semideciduais nas Bacias dos rios Grande, Doce e São Francisco, em Minas Gerais: Madre Deus de Minas, 192 espécies (Oliveira Filho et al 1994b); Bom Sucesso, 245 espécies (Carvalho et al 1995a); Itutinga, 253 espécies (Vilela et al 1995); Luminárias, 201 espécies (Rodrigues et al 2003); Coqueiral, 243 espécies (Rocha et al 2005); Itambé do Mato Dentro, 216 espécies (Carvalho et al 2000a); Parque Estadual do Rio Doce, 143 espécies (Lopes et al 2002); Martinho Campos, 121 espécies (Carvalho et al 2000b) e Três Marias, 117 espécies (Carvalho et al 2005b). Entretanto, o número de espécies é semelhante ao encontrado por Carvalho et al (1999) (Rocha et al 2005).…”
Section: Variáveis Ambientaisunclassified