2005
DOI: 10.1590/s0104-59702005000400002
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Ciências e educação em museus no final do século XIX

Abstract: In the closing decades of the nineteenth century, natural history museums established solid communication networks, and their different audiences formed what became known as the 'museum movement'. It was within this context of exchange that William H. Flower made his 1889 speech on the roles natural history museums should play. The article analyzes his influence on Argentina's Museo da La Plata, a member of this then-expanding circuit of museums.

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“…Numa época, em que a "lição das coisas" se colocava como condição indispensável para a educação da juventude e das populações urbanas iletradas, os museus ressaltaram a importância também dos fins educativos de suas exposições (Lopes & Murriello, 2005).…”
Section: Formas De Organizar Acervos E Discursos: Padrões Museográficosunclassified
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“…Numa época, em que a "lição das coisas" se colocava como condição indispensável para a educação da juventude e das populações urbanas iletradas, os museus ressaltaram a importância também dos fins educativos de suas exposições (Lopes & Murriello, 2005).…”
Section: Formas De Organizar Acervos E Discursos: Padrões Museográficosunclassified
“…As exposições centradas em objetos foram as primeiras a surgirem nos museus de história natural, em um momento em que a história natural era institucionalizada e reconhecida "ciências dos museus", sendo os museus centros de desenvolvimento científico, na Europa do século XIX (Lopes, 2009). Os museus eram locais de investigação que permitiam explorar a ordem da natureza e contemplar as maravilhas naturais (Lopes & Murriello, 2005), sendo espaços de articulação e formação do olhar dos naturalistas e transformando-se em instituições de produção e disseminação de conhecimentos, nos moldes que lhes exigiam as conceções científicas vigentes (Tony Bennett, 2004).…”
Section: "Specere"unclassified
“…Como ressalta Lopes e Murriello, "enquanto os museus continuavam a conservar suas coleções protegidas da influência desastrosa da luz que danificava as cores dos especimens, novos e especiais prédios eram construídos para os laboratórios dos microcopistas, que exigiam enormes janelas para a ampla iluminação". 32 Outro espaço de produção científica foi a Academia Imperial de Medicina. Ela, juntamente com o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, atuou, ao longo do Segundo Reinado, como um local de debate, produção científica e de reconhecimento entre seus pares.…”
Section: A Comissão Médica Internacionalunclassified
“…(SANTOS, 2002) Além das instituições públicas mais comuns, uma instituição que cumpriu igual função para o império brasileiro em seu projeto de consolidação de uma nação foi o Museu Real, atual Museu Nacional, não somente pelo contexto histórico da construção do Museu, mas pelo processo de mudança, ao longo do tempo, da concepção de "Museu" em todo o mundo; e pelo particular significado de um Museu do século XIX no Brasil, os quais partilhavam da prática da conceptualização de um mundo civilizado e em ascensão por ser uma instituição científica chave. (LOPES e MURRIELLO, 2005) A proposta desse artigo é demonstrar, com base em uma bibliografia correspondente, o processo de mudança das concepções sobre colecionismo e museu ao longo dos séculos, assim como o significado e a importância do cientificismo para a Europa e para o Brasil em pleno século da Segunda Revolução Industrial (ALMEIDA, 2001;LEITE, 2011;LOPES e MURRIELLO, 2005;SANTOS, 2000SANTOS, e 2002SCHWARCZ e DANTAS, 2008;SOUZA, 2009;TRIGGER, 2004). Autoras como Lilia Mortiz Schwarcz e Regina Dantas defendem que a prática do colecionismo da monarquia brasileira se resumia a duas hipóteses: uma questão de alteridade, a qual definiria "o outro" -aquelas sociedades as quais estavam sendo postas, perpassando outros significados e valores, dentro de um espaço museal como mera exposição e declaração de finitude -e o "eu"; e, por outro lado, tal prática poderia sinalizar a vontade ocidental de se possuir vestígios de todos os estágios civilizacionais para preservá-los.…”
Section: Introductionunclassified