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“…(São Paulo), n.181, a01221, 2022 http://dx.doi.org/10.11606/issn. 2316-9141.rh.2022.180892 nando à África repetidamente durante mais de vinte anos (CASTILLO, 2016). Aparentemente, o estilo telegráfico da tradição oral condensou essa sequência de desembarques em um só, privilegiando sua vida de liberto.…”
Section: Lisa Earl Castillounclassified
“…(São Paulo), n.181, a01221, 2022 http://dx.doi.org/10.11606/issn. 2316-9141.rh.2022.180892 nando à África repetidamente durante mais de vinte anos (CASTILLO, 2016). Aparentemente, o estilo telegráfico da tradição oral condensou essa sequência de desembarques em um só, privilegiando sua vida de liberto.…”
Section: Lisa Earl Castillounclassified
“…Em 1886, foi criado na Pedra do Sal, um afloramento de gnaisse facoidal (Mansur et al, 2008), o terreiro de candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, sob forte influência de Bamboxê Obitikô, proeminente e lendário líder religioso, babalaô e sacerdote de Xangô. Nascido no reino iorubá de Oyó, pertencente a uma linhagem real e como tal descendente direto de Xangô, um dos seus mais importantes orixás, veio escravizado para a Bahia, mas comprou sua liberdade poucos anos depois (Castillo, 2016). Em vindas ao Rio de Janeiro, ajudou Mãe Aninha de Xangô Afonjá -Ìyá Obá Biyi, sua filha de santo, a fundar o terreiro (Machado, 2011), tendo Xangô como patrono.…”
Section: Considerações Finaisunclassified
“…XVIII. A vida de Manoel Joaquim Ricardo (Reis, 2016), o escravo rico, ou de Francisca da Silva (Castillo & Parés 2007), José Pedro Autran (Parés & Castillo 2015), ou Rodolpho Martins de Andrade (Castillo 2016), figuras importantíssimas na constituição do Candomblé baiano-nagô, são exemplos paradigmáticos da forma como os escravos e ex-escravos se articulavam no comércio transatlântico de modo a promover a sua mobilidade social e a subsistência económica, articulandose, simultaneamente, no cenário religioso. A biografia de José Pedro Autran e a forma como o seu regresso a África, como parte de um processo de deportação política, após a Revolta dos Malês ocorrida na Bahia oitocentista, alterou a estruturação social e religiosa na região de Ajudá, mostranos a dinâmica do processo escravocrata para além da ação central da exploração e violência física e emocional dos escravos, coisificados durante o período escravista (Parés & Castillo, 2015).…”
unclassified