2017
DOI: 10.5902/1980509828666
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Velocidade De Carboxilação Da Rubisco E Transporte De Elétrons Em Espécies Arbóreas Em Resposta a Fatores Do Ambiente Na Amazônia Central

Abstract: RESUMOA disponibilidade de luz é um dos fatores que mais limita a fotossíntese de árvores juvenis no sub-bosque da floresta. Os objetivos deste estudo foram determinar como os parâmetros fotossintéticos (velocidade máxima de carboxilação da Rubisco -Vc-max e as taxas máximas de transporte de elétrons -Jmax) respondem à irradiância, temperatura e horário do dia no interior da floresta. Os dados foram coletados nos meses de setembro a novembro de 2010, entre 08h00 e 16h00, em condições ambientais de temperatura … Show more

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“…The biochemical parameters of the maximum carboxylation rate of Rubisco and the maximum electron transport rate (V cmax and J max , respectively; µmol m -2 s -1 ) were calculated with an R script that applies a curve-fitting routine based on minimum least-squares (Domingues et al 2010). The photosynthetic capacity was defined by the V cmax modeled and adjusted to the standard temperature of 25 °C (Bernacchi et al 2001) since net assimilation rates (A) are more susceptible to environmental changes and are therefore more liable to daily and seasonal stomatal conductance oscillations (Niinemets et al 2004, Mendes and Marenco 2014, Mendes et al 2017.…”
Section: Leaf-level Gas Exchangementioning
confidence: 99%
“…The biochemical parameters of the maximum carboxylation rate of Rubisco and the maximum electron transport rate (V cmax and J max , respectively; µmol m -2 s -1 ) were calculated with an R script that applies a curve-fitting routine based on minimum least-squares (Domingues et al 2010). The photosynthetic capacity was defined by the V cmax modeled and adjusted to the standard temperature of 25 °C (Bernacchi et al 2001) since net assimilation rates (A) are more susceptible to environmental changes and are therefore more liable to daily and seasonal stomatal conductance oscillations (Niinemets et al 2004, Mendes and Marenco 2014, Mendes et al 2017.…”
Section: Leaf-level Gas Exchangementioning
confidence: 99%
“…Pela análise estatística constatou que houve diferença significativa (p < 0,05) entre espécies em estudo na taxa fotossintética saturada (A), condutância estomática (Gs) e carbono interno, porém, não houve efeito significativo (p > 0,05) entre espécies na transpiração (E).Com base nos resultados obtidos, sendo o maior valor de Amax variaram de 1,00 µmol m-2 s -1 encontrados em H. phagedaenicus para 2,37 µmol m-2 s -1 em P. colorata(Figura 1A).Pesquisa realizada em espécies arbóreas em resposta a fatores do ambiente na Amazônia centralMendes et al (2017), constataram que houve diferença significativa entre espécies na fotossíntese saturada por CO 2 (A pot ), condutância estomática (gs[2000]), taxa máxima de transporte de elétrons (J max ) e velocidade máxima de carboxilação da Rubisco (Vc-max); porém, não houve efeito significativo entre espécies nos valores de ponto de compensação de CO2 e eficiência de carboxilação (kx ) A média, o valor de Apot foi 8,3 μmol m-2 s-1.No entanto, os valores deste estudo são baixos quando comparados com aqueles obtidospor Manter e Kerrigan (2004), que observaram valores entre 20 e 75 μmol m-2 s-1 em espécies de folhas largas. Os mesmos autores relatam que isto indica que folhas de plantas de sub-bosque adaptadas à baixa irradiância alocam pequena quantidade de assimilados e nitrogênio para síntese de proteínas da enzima Rubisco.…”
unclassified