2019
DOI: 10.1590/0102-33062018abb0250
|View full text |Cite
|
Sign up to set email alerts
|

Species diversity, community structure and ecological traits of trees in an upper montane forest, southern Brazil

Abstract: Upper montane ecosystems in Brazil are little known, and their structural and functional aspects poorly understood. Our goals were to describe tree species diversity and community structure, and to characterize tree species in relation to their ecological traits, phytogeographic history and conservation status in an upper montane araucaria forest remnant. A total of 26 species belonging to 18 families were found in a 1-hectare permanent plot. The tree community mainly comprised trees with diameters of less tha… Show more

Help me understand this report

Search citation statements

Order By: Relevance

Paper Sections

Select...
1

Citation Types

0
0
0
1

Year Published

2019
2019
2023
2023

Publication Types

Select...
6

Relationship

0
6

Authors

Journals

citations
Cited by 6 publications
(1 citation statement)
references
References 37 publications
(46 reference statements)
0
0
0
1
Order By: Relevance
“…A riqueza de espécies observada ao longo dos anos, tanto para o componente adulto (34, 35 e 31) quanto para o regenerante (29, 33, 32 e 31), caracterizou-se por uma relativa estabilidade, sugerindo que, em um curto período de tempo (< 10 anos) e na ausência acentuada de distúrbios de larga escala, essa propriedade da vegetação não apresente grandes modificações em formações florestais tardias. Ainda, os valores encontrados são semelhantes aos observados em outros fragmentos florestais altomontanos da região (DUARTE et al, 2018;SÜHS et al, 2019). Porém, quando comparados aos valores referentes às áreas situadas em menores pisos altitudinais, a riqueza pode ser considerada baixa (SANTOS et al, 2018).…”
Section: Resultsunclassified
“…A riqueza de espécies observada ao longo dos anos, tanto para o componente adulto (34, 35 e 31) quanto para o regenerante (29, 33, 32 e 31), caracterizou-se por uma relativa estabilidade, sugerindo que, em um curto período de tempo (< 10 anos) e na ausência acentuada de distúrbios de larga escala, essa propriedade da vegetação não apresente grandes modificações em formações florestais tardias. Ainda, os valores encontrados são semelhantes aos observados em outros fragmentos florestais altomontanos da região (DUARTE et al, 2018;SÜHS et al, 2019). Porém, quando comparados aos valores referentes às áreas situadas em menores pisos altitudinais, a riqueza pode ser considerada baixa (SANTOS et al, 2018).…”
Section: Resultsunclassified