2016
DOI: 10.1590/0102-3772e32ne28
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Patologização e Medicalização da Educação Superior

Abstract: -This paper presents a qualitative participatory research based on Cultural-historical Psychology conducted at University of Brasilia. It aims to understand how pathologizing and medicalizing discourses and practices are materialized in daily routine and unfolded in its educational policies. Through participatory observation, documental research and individual and group meetings, the study illustrated how those policies are crossed by traditional conceptions of teaching that individualize schooling problems, m… Show more

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“…No universo da educação superior, a psicologia escolar constitui um dos saberes que ajuda a pensar, intervir e transformar o cotidiano das relações institucionais e não pode desconsiderar, na sua práxis, tal como em outros contextos educativos, as intencionalidades político-ideológica, social, conjuntural, econômica, didático-pedagógica, interpessoal, subjetiva, que envolvem esse nível de ensino (Caixeta & Souza, 2013;Carvalho, Santos, & Sampaio, 2016;Chagas & Pedroza, 2016;Marinho-Araujo, 2014;Matos, Santos & Dazzani, 2016;Sampaio, 2009Sampaio, , 2010. A compreensão do que seja próprio à psicologia escolar nesse contexto é também um desafio, especialmente no que tange à construção de fundamentos epistemológicos, teóricos e práticos necessários a uma atuação contextualizada, coerente, pertinente, crítica e criativa na educação superior.…”
Section: Introductionunclassified
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“…No universo da educação superior, a psicologia escolar constitui um dos saberes que ajuda a pensar, intervir e transformar o cotidiano das relações institucionais e não pode desconsiderar, na sua práxis, tal como em outros contextos educativos, as intencionalidades político-ideológica, social, conjuntural, econômica, didático-pedagógica, interpessoal, subjetiva, que envolvem esse nível de ensino (Caixeta & Souza, 2013;Carvalho, Santos, & Sampaio, 2016;Chagas & Pedroza, 2016;Marinho-Araujo, 2014;Matos, Santos & Dazzani, 2016;Sampaio, 2009Sampaio, , 2010. A compreensão do que seja próprio à psicologia escolar nesse contexto é também um desafio, especialmente no que tange à construção de fundamentos epistemológicos, teóricos e práticos necessários a uma atuação contextualizada, coerente, pertinente, crítica e criativa na educação superior.…”
Section: Introductionunclassified
“…Na psicologia escolar, algumas autoras e autores vêm apresentando temas necessários à discussão da atuação na educação superior. Essas produções denunciam as atuações normatizadoras e patologizantes que produzem e mantêm o fracasso escolar, na medida em que individualizam e fragmentam as demandas em dificuldades dos estudantes (Caixeta & Souza, 2013;Carvalho & cols., 2016;Chagas & Pedroza, 2016;Marinho-Araujo, 2014;Matos& cols., 2016;Sampaio, 2009Sampaio, , 2010. Refletem sobre o papel do psicólogo escolar relacionado à mediação do desenvolvimento de identidades profissionais e cidadãs dos atores educacionais e o papel social da educação superior (Caixeta & Souza, 2013;Marinho-Araujo, 2014).…”
Section: Introductionunclassified
“…Nesse tópico as participantes relatam o que consideram importante sobre a medicalização do ensino, que na perspectiva de Chagas et al (72) passa por processo semelhante ao da patologização, uma vez que está alicerçada no binômio saúde-doença, como será demonstrado nos excertos que serão apresentados. O tema apresenta alta complexidade e está envolto em uma série de controvérsias como será demonstrado nos excertos, de modo geral, as contribuições das participantes oscilaram entre apontar os ganhos para a aprendizagem dos alunos que utilizam medicamentos e a denúncia dos excessos e das dificuldades em lidar com as crianças por meio de outras medidas, evidenciando grandes riscos envolvidos nesse processo.…”
Section: E-considerações Sobre Medicalização E Patologizaçãounclassified
“…Acrescentaram ainda que esse não deve ser indiscriminado, nem em excesso, criticaram ainda a utilização desse como primeiro método para alcançar os objetivos esperados, denunciando que alguns familiares e profissionais optam pelo uso de medicações como forma de conter comportamentos naturais do desenvolvimento infantil, como a agitação, sem antes fazer um estudo aprofundamento sobre a real necessidade desse recurso, o que remete às contribuições da literatura, quando informa acerca da preocupação com a medicalização do cotidiano (72).…”
Section: E-considerações Sobre Medicalização E Patologizaçãounclassified
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