2009
DOI: 10.1590/s0034-71672009000600015
|View full text |Cite
|
Sign up to set email alerts
|

Avanços na monitorização neurológica intensiva: implicações para a enfermagem

Abstract: The neurological monitoring is an assessment and accompaniment of data supplied by technical devices of alterations in the nervous system. This study aimed at performing an update about the different methods of intensive neurological monitoring and establish relations with the nursing work. The impact of the supplement and electronics equipment renewal of vital support for the critical patient is a concrete fact, and must make the nursing team adapted with the rhythm of new technology in service of patient's h… Show more

Help me understand this report

Search citation statements

Order By: Relevance

Paper Sections

Select...
1
1
1
1

Citation Types

0
6
0
23

Year Published

2012
2012
2023
2023

Publication Types

Select...
5

Relationship

0
5

Authors

Journals

citations
Cited by 14 publications
(29 citation statements)
references
References 11 publications
0
6
0
23
Order By: Relevance
“…Uma comparação entre a ICS e a ECG demonstrou que a ECG permite medir com acurácia as flutuações nos rebaixamentos de consciência mais intensos. 19,28 As escalas são boas para prever a mortalidade com baixos escores, no entanto a ICS foi ligeiramente melhor na previsão global da evolução do paciente. Esse resultado sugere que é possível prever a mortalidade pré-hospitalar por ambas as escalas, no entanto a ICS é mais segura.…”
Section: Discussionunclassified
See 1 more Smart Citation
“…Uma comparação entre a ICS e a ECG demonstrou que a ECG permite medir com acurácia as flutuações nos rebaixamentos de consciência mais intensos. 19,28 As escalas são boas para prever a mortalidade com baixos escores, no entanto a ICS foi ligeiramente melhor na previsão global da evolução do paciente. Esse resultado sugere que é possível prever a mortalidade pré-hospitalar por ambas as escalas, no entanto a ICS é mais segura.…”
Section: Discussionunclassified
“…É o sistema de pontuação mais utilizado internacionalmente para avaliação de pacientes comatosos em cuidados intensivos. 19 Desenvolvida por Teasdale e Jennett 20 em 1974, na Universidade de Glasgow, foi criada para padronizar as observações clínicas de adultos com TCE em estado grave, com alterações da consciência. A escala tinha o objetivo de minimizar a variação entre observadores, permitir estudos comparativos sobre diferentes condutas e ter um guia para estimar prognóstico.…”
Section: Escala De Coma De Glasgowunclassified
“…Quando correlacionados os valores da PVC a 0 o e 45 o , a correlação entre as medidas é fraca, o que demonstra pouca associação entre as variáveis, ou seja, as Como dito anteriormente, a manutenção da cabeceira do leito elevada é uma prática comum e necessária em UTI 8,[20][21][22][23] . De acordo com os dados obtidos com a pesquisa, se o paciente necessitar de monitoração da PVC, a mensuração com a cabeceira do leito a 30 alterações podem não acontecer igualmente nessas duas angulações, tornando os dados não confiáveis.…”
Section: Conclusãounclassified
“…Em UTI, a manutenção da cabeceira elevada a 30 o ou 45 o é uma prática utilizada para prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) e na assistência a pacientes neurológicos. A posição a 0 o deve ser evitada mesmo durante procedimentos diários, como fisioterapia e cuidados de enfermagem 17,[20][21][22][23] .…”
unclassified
“…Contudo o tratamento segue enfrentando dificuldades para ser implementado na prática clínica rotineira, de modo que uma pequena proporção de doentes, aproximadamente de 2 a 4%, é tratada atualmente com rt-PA (18) . Entre os principais entraves encontrados na literatura para o uso desta medicação estão: a estreita janela de tempo terapêutico; complicações decorrentes do uso, como hemorragia intracraniana e angioedema orolingual; custo elevado do tratamento; ausência ou quantidade limitada de unidades especializadas no tratamento de pacientes com AVE (Stroke Unit); dependência de infraestrutura e tecnologia nos serviços de saú-de para tratamento adequado; despreparo dos profissionais de saúde na implementação da terapêutica; e desconhecimento da população dos sinais de reconhecimento de um AVE (9,(18)(19)(20) . Desse modo, uma das entrevistadas se referiu ao custo elevado da medicação, que se contrapõe com a redução do período de internação.…”
Section: (E5)unclassified