2014
DOI: 10.1590/s1809-58442014000100010
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Abstract: A ideia de economia criativa tem sido adotada por diversos governos e organizações internacionais como diretriz de políticas públicas para os setores de Comunicação e cultura. Implícita em seu conceito está uma perspectiva que rearticula a relação entre cultura, economia e sociedade. No Brasil, o Ministério da Cultura (MinC) criou a Secretaria da Economia Criativa com objetivo de implementar políticas culturais que fomentem a economia criativa no país. Neste artigo, analisa-se o projeto do MinC para economia c… Show more

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“…At the same time, in the formal and informal conversations, several artists (of different artistic expressions) have maintained a proactive attitude and almost every time show a great distrust of the recurring processes of institutionalization involving the creative sectors. Many of them criticize the idea of building a "creative city", or at least the way in which this type of project is commonly being implemented in Brazil (DE MARCHI, 2014). They come at some point to suggest that it is only interesting for politicians and entrepreneurs, and many of them choose to act in a more autonomous way (practically without public resources and/or through alternative sustainability strategies) and say that they do not bother with the invisibility of their respective niches or cultural ecosystems: "(...) regardless of what will happen in the next years, I can say without fear that we artists, who are in the public spaces (...), we have seen a lot and we even know how to survive in a submerged and invisible way in the city.…”
Section: Discussionmentioning
confidence: 99%
“…At the same time, in the formal and informal conversations, several artists (of different artistic expressions) have maintained a proactive attitude and almost every time show a great distrust of the recurring processes of institutionalization involving the creative sectors. Many of them criticize the idea of building a "creative city", or at least the way in which this type of project is commonly being implemented in Brazil (DE MARCHI, 2014). They come at some point to suggest that it is only interesting for politicians and entrepreneurs, and many of them choose to act in a more autonomous way (practically without public resources and/or through alternative sustainability strategies) and say that they do not bother with the invisibility of their respective niches or cultural ecosystems: "(...) regardless of what will happen in the next years, I can say without fear that we artists, who are in the public spaces (...), we have seen a lot and we even know how to survive in a submerged and invisible way in the city.…”
Section: Discussionmentioning
confidence: 99%
“…Como a criatividade é um recurso imaterial existente em todos os países, torna possível promover o desenvolvimento independente do estágio em que estejam suas economias (DE MARCHI, 2014). Desse modo, representa uma alternativa às políticas de desenvolvimento baseadas na industrialização intensiva e na "modernização" de culturas locais, possibilitando aos países em desenvolvimento a produção de bens e serviços com alto valor agregado e, com isso, o benefício de suas culturas locais (artes e folclore, imaginário, conhecimento e modos de vida locais), sem causar danos ao meio ambiente.…”
Section: Economia Criativa: Potencialidades E Limites Para O Desenvolunclassified
“…No contexto brasileiro, embora surjam trabalhos voltados à compreensão da economia criativa (BENDASOLLI et al, 2009;MACHADO, 2009) e análise das políticas governamentais (DE MARCHI, 2014), são raros aqueles que consideram o território na discussão sobre o tema. A compreensão deste é de fundamental importância para executar ações que promovam o seu desenvolvimento em face de sua extensão continental e das diferenças sociais, econômicas, regionais, organizativas e culturais dos seus territórios (LIMA, 2011).…”
Section: Compreensões Do Espaço Na Economia Criativa: Cidades E Polosunclassified
“…Os planos e ações para uma economia criativa surgem sob os auspícios de projetos desenvolvimentistas, tendendo a reunir traços de antigas políticas públicas, bem como a revelarem-se recalcitrantes sobre o sentido e o lugar do fenômeno no país (Marchi, 2014). Em paralelo, setores e agentes nessa economia aspiram internacionalização de atividades, como estratégia de afirmação em mercados internos em construção, resultando em dinâmicas de hibridização (Michetti, 2015).…”
Section: Contexto E Conjunturaunclassified