DOI: 10.11606/t.47.2006.tde-28112006-180300
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Transplante cardíaco - o ninho da fênix: um estudo sobre as relações objetais de pacientes em processo de transplante cardíaco

Abstract: como parte dos requisitos para obtenção do grau de Doutor em Psicologia. Orientador-Prof.Dr.J.Tolentino Rosa SÃO PAULO 2006 hypothèse théorique de ce travail, la présence de refuges psychiques, en accord avec Steiner (1997), comme stratégie de survie psychique. Dans cette situation, nous avons en vue la prépondérance, la regression, de relations persecutoires entre objet, en vertue de l'extrême anxiété dépressive. Ainsi, dans ce refuge (berceau de la Fênix), le patient se préserve de la douleur de la perte (lu… Show more

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“…Em trabalhos anteriores descrevemos modalidades de vínculo relacional-emocional ao transplante, na fase de indicação do procedimento e sua correlação com a sobrevida destes pacientes, delineando fatores psicológicos de risco, ao longo do processo, considerando-se o caráter dinâmico, mutável e contraditório, a um só tempo, do funcionamento mental, procurando obter diagnósticos situacionais, ajustados à condição de sofrimento mental dessas pessoas, fornecendo subsídios para atuação clínica em psicologia com esta população (Pereira, 2000a(Pereira, , 2000b(Pereira, , 2006Pereira & Rosa, 1998; Dentre estes resultados destaca-se a idéia presente, entre os pacientes com melhor adaptação psicológica ao transplante, de que deviam realizar a cirurgia enquanto «estivessem bem», apoiados na percepção realista de que as demais funções corporais estavam preservadas e que o controle dos sintomas da insuficiência cardíaca estava no limite máximo, que poderia ser obtido pela medicação. Notadamente, esta conduta diferia daqueles que se apoiavam nesta mesma idéia para negarem uma tomada de decisão favorável à realização deste tipo de procedimento.…”
Section: Introductionunclassified
“…Em trabalhos anteriores descrevemos modalidades de vínculo relacional-emocional ao transplante, na fase de indicação do procedimento e sua correlação com a sobrevida destes pacientes, delineando fatores psicológicos de risco, ao longo do processo, considerando-se o caráter dinâmico, mutável e contraditório, a um só tempo, do funcionamento mental, procurando obter diagnósticos situacionais, ajustados à condição de sofrimento mental dessas pessoas, fornecendo subsídios para atuação clínica em psicologia com esta população (Pereira, 2000a(Pereira, , 2000b(Pereira, , 2006Pereira & Rosa, 1998; Dentre estes resultados destaca-se a idéia presente, entre os pacientes com melhor adaptação psicológica ao transplante, de que deviam realizar a cirurgia enquanto «estivessem bem», apoiados na percepção realista de que as demais funções corporais estavam preservadas e que o controle dos sintomas da insuficiência cardíaca estava no limite máximo, que poderia ser obtido pela medicação. Notadamente, esta conduta diferia daqueles que se apoiavam nesta mesma idéia para negarem uma tomada de decisão favorável à realização deste tipo de procedimento.…”
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