1998
DOI: 10.1590/s0104-42301998000300013 View full text |Buy / Rent full text
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Abstract: Em 1984, no New York City Hospital, uma jovem mulher, assistida por um residente que estava sem dormir por 32 horas, veio a falecer, produzindo na época um grande debate jurídico e social sobre a responsabilidade por tal morte. A justiça considerou que a fadiga e a falta de supervisão ao residente contribuíram significativamente para o fato. As discussões surgidas com esse acontecimento provocaram mudanças na organização das jornadas de trabalho e no treinamento dos residentes, nos EUA, além de estimularem um … Show more

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