2010
DOI: 10.7476/9788575413289
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Humanização do parto: política pública, comportamento organizacional e ethos profissional

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“…Acredita-se que para efetivação destas práticas humanizadas são necessários tempo, cuidado e observação contínua, e que a enfermeira obstétrica é a profissional que detém essas características, por desenvolver a essência deste cuidado. E, segundo publicações, as práticas de cuidados obstétricos, preconizadas nas Políticas Públicas, incluem o respeito à privacidade da mulher e a sua escolha acerca do local e posição do parto; o estímulo à deambulação; a informação constante; a utilização de métodos não farmacológicos para alívio da dor, dentre outras (7) .…”
Section: Discussionunclassified
“…Acredita-se que para efetivação destas práticas humanizadas são necessários tempo, cuidado e observação contínua, e que a enfermeira obstétrica é a profissional que detém essas características, por desenvolver a essência deste cuidado. E, segundo publicações, as práticas de cuidados obstétricos, preconizadas nas Políticas Públicas, incluem o respeito à privacidade da mulher e a sua escolha acerca do local e posição do parto; o estímulo à deambulação; a informação constante; a utilização de métodos não farmacológicos para alívio da dor, dentre outras (7) .…”
Section: Discussionunclassified
“…On the other hand, when analyzing studies in the field of obstetrics, this emotion is only described in qualitative studies on obstetric violence, reaching the conclusion that pregnant women were unsatisfied with the care they received during childbirth. (7,(16)(17)(18) Ekman & Rosenberg (11) claim that "anger" controls, punishes, and retaliates. Thus, how can we imagine "anger" as the most present emotion in all childbirths in this study?…”
Section: Discussionmentioning
confidence: 99%
“…Essa demanda pela cesárea tem sido pontuada também como uma demanda por dignidade, já que o modelo de parto "normal" típico tem sido definido como intervencionista e traumático (Maia, 2010). Os pressupostos de gênero que conduzem a assistência no Brasil se expressam na superestimação dos benefícios da tecnologia e na subestimação ou negação dos desconfortos e efeitos adversos das intervenções, de acordo com Diniz (2009).…”
Section: Introductionunclassified