2009
DOI: 10.1590/s0104-59702009000100017
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Abstract: N as primeiras linhas de seu livro Cidade das águas: usos de rios, córregos, bicas e chafarizes em São Paulo, Denise Bernuzzi de Sant'Anna nos faz um convite surpreendente: abram uma torneira. Afinal, uma torneira é um 'não-humano', para retomar uma expressão de Bruno Latour (1993). Ela raramente atiça a curiosidade de seus usuários, 'humanos demais', que consideram como taken for granted esse objeto tão corriqueiro. Para sermos justos, devemos lembrar aqueles que entrevêem a centralidade de uma torneira na d… Show more

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