volume 11, issue 2, P182-187 1977
DOI: 10.1590/s0034-89101977000200003
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Abstract: InTRODUÇÃOApenas uma parcela dos casos incidentes de uma moléstia de notificação compulsória é notificada às autoridades sanitárias; da parcela não notificada uma parte acaba sendo conhecida pelos órgãos oficiais através dos atestados de óbito, porém os casos não notificados que sobrevivem à moléstia jamais são computados, por isso perdidos para estimativas de morbidade.É possível que no decorrer de epidemia prolongada, seja pela melhor atuação das autoridades sanitárias junto aos médicos e hospitais, ou devi…

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