2004
DOI: 10.1590/s0102-88392004000100018 View full text |Buy / Rent full text
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Abstract: A passagem da sociedade disciplinar para a sociedade de controle redimensiona os itinerários de segurança, confiança e tolerância. Convoca à participação democrática, consagra uma pletora de diretos, exige adesão aos fluxos produtivos. É a era da disseminação do trabalho intelectual, em que as resistências não se fazem notar por algaravias, mas pelo silêncio.

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“…Corroborando com as ideias de Foucault (1989) sobre a sociedade do controle, citamos Passeti (2004):…”
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“…Corroborando com as ideias de Foucault (1989) sobre a sociedade do controle, citamos Passeti (2004):…”
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“…", portanto, é problemática. Passetti (2004) diz que mesmo tomar as ruas em manifestaçõesum tipo de resistência primária -pode ser permitido pelo poder, ou seja, a resistência é incluída. Sair às ruas para pedir reformas faz parte de nossas vidas de bons cidadãos, somos convocados a participar.…”
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“…E, em ambas as situações, há sempre latente, naquilo que é prescrito como regra geral, a dimensão de governo do outro. As políticas públicas que atuam como mandos-proteção são produzidas e recebidas na lógica de um Estado que governa dizendo que podemos ficar em segurança, pois estão cuidando da vida de cada um(PASSETTI, 2004).É na contradição com esses mandosora se apoiando neles, ora lutando para seu fim que a luta da escola vai se construindo. Esses limiares vividos na relação com o Estado fazem ver aquela artimanha de buscar frestas nos textos da lei para fazer caber o tom que querem dar à própria escola.…”
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“…Mais atrelada a construção de formas de viver em coletivo desprendidas dos engessamentos coloniais-capitalísticos e à forma-Estado (SOARES, 2012) e abertas a outras sociabilidades. Para este modo de conceber a política, apoiamo-nos emRolnik (2018),Barros e Pimentel (2012),Soares (2012), Durán e Kohan (2018), ePassetti (2004).implicado do silêncio eram múltiplas. Este foi sempre um lado que gerava dúvidas e inquietações na hora de tentar compreendero silêncio deixa em aberto, ainda mais que as palavras, um espaço para ser preenchido de nossos próprios pontos de vista.…”
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