2020
DOI: 10.1590/2236-8906-81/2019
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Samambaias e licófitas de um remanescente de floresta paludosa no interior do Estado de São Paulo, Brasil

Abstract: RESUMO O objetivo do presente estudo foi inventariar as samambaias e licófitas de um fragmento de floresta paludosa, no Município de Dois Córregos, São Paulo, Brasil, além de fornecer dados sobre as guildas de formas de vida, distribuição geográfica, chave para identificação e comentários dos táxons. Foram encontrados 54 táxons, incluindo 51 espécies, uma variedade, uma subespécie e um suposto híbrido. Os gêneros mais representativos foram Amauropelta, Meniscium e Pleopeltis. As espécies herbáceas terrícolas e… Show more

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“…Estudos envolvendo esse grupo vêm crescendo, devido a importância desse componente para as formações florestais, trazendo subsídios para o entendimento da dinâmica e distribuição desses grupos (Prado et al, 2015), sendo bastante comum nas regiões Sul (Gonzatti, 2018;Lehn et al, 2020;Moraes et al, 2018;Schindler et al 2021) e Sudeste (Pena et al 2019;Costa et al 2017;Costa et al 2020;Mazziero et al 2018;Mazziero et al 2020) A área apresenta um fragmento de Floresta Ombrófila Densa, podendo também ser chamado de "Mata Úmida" (Figueiredo 1997;IBGE, 2012). Apresenta arbustos e árvores que podem chegar a 15 m de altura, além da presença de lianas e epífitas (Campanili & Schäffer, 2010).…”
Section: Introductionunclassified
“…Estudos envolvendo esse grupo vêm crescendo, devido a importância desse componente para as formações florestais, trazendo subsídios para o entendimento da dinâmica e distribuição desses grupos (Prado et al, 2015), sendo bastante comum nas regiões Sul (Gonzatti, 2018;Lehn et al, 2020;Moraes et al, 2018;Schindler et al 2021) e Sudeste (Pena et al 2019;Costa et al 2017;Costa et al 2020;Mazziero et al 2018;Mazziero et al 2020) A área apresenta um fragmento de Floresta Ombrófila Densa, podendo também ser chamado de "Mata Úmida" (Figueiredo 1997;IBGE, 2012). Apresenta arbustos e árvores que podem chegar a 15 m de altura, além da presença de lianas e epífitas (Campanili & Schäffer, 2010).…”
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