2014
DOI: 10.1590/s1516-14982014000300012
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Abstract: Considerando a eclosão das manifestações acontecidas em junho de 2013 no Brasil, relacionada à comunicação corrente nas chamadas 'redes sociais', o artigo aborda a problematização introduzida pela operação científica para a sustentação do lugar do sujeito no campo discursivo. Examinam-se alguns dos novos expedientes de encadeamento do laço social disponibilizados no meio eletrônico-digital, para discutir os modos de representação que nossa contemporaneidade atravessada pela ciência oferece à subjetividade.

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“…Para Oliva (2018), utilizar este recurso, no caso, as hashtags, pode impactar positivamente na difusão de conteúdos atrelados à comunidade LGBT, nas redes sociais, contribuindo para o seu engajamento. No âmbito das redes sociais, as hashtags, segundo Fernanda Costa-Moura (2014), são palavras ou frases precedidas do símbolo #, as quais agrupam assuntos comuns formando um banco de dados, contendo informações que podem ser recuperadas futuramente.…”
Section: Resultados E Discussõesunclassified
“…As autoras afirmam que, quando as campanhas são veiculadas nas redes sociais, fazendo uso da ferramenta hashtag, esta utilização permite visibilidade a diferentes causas, tais como, a focalização de determinados grupos sociais estigmatizados, como o de idosos, pessoas com deficiência, mulheres em situações de violência, refugiados, moradores de rua, negros e também sobre desigualdade de gênero, foco deste estudo. Segundo Costa-Moura (2014), o potencial viralizador das hashtags, no contexto das redes sociais, propaga, de maneira rápida, conteúdos e informações capazes de atingir um número alto de pessoas conectadas. Os usuários de redes sociais passam a seguir, compartilhar as hashtags, disseminando apoio públicos a diferentes causas.…”
Section: Resultados E Discussõesunclassified
“…Consideramos, aqui, o uso da hashtag como identificação e forma de ativismo, não meramente a apropriação de discurso midiático. Tal classificação se dá pelo uso constante de hashtags em campanhas ativistas (como #meuprimeiroassédio e #meuamigosecreto, por exemplo), como forma de reunir casos e promover o ciberativismo feminista (Costa-Moura, 2014;Tiburi, 2015;Forechi, 2016;Reis, 2017;Procópio, 2018), que considera o feminismo interseccional, visando o "questionamento das expectativas e estereótipos difundidos pelas instituições sociais sobre o corpo e comportamento das mulheres" (Reis, 2017, p. 5). Além disso, a hashtag visa à unificação desses discursos em prol de uma causa e refutação da representação da mulher nas mídias (Procópio, 2018), promovendo a construção da imagem de si por meio da constituição do seu perfil (Recuero, 2014) enquanto ativistas dentro e fora das redes sociais digitais.…”
Section: Duplo Ativismounclassified