2015
DOI: 10.1590/tem-1980-542x2015v213701
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Especiarias na Amazônia portuguesa: circulação vegetal e comércio atlântico no final da monarquia hispânica

Abstract: In the first half of the 17th century, several proposals to recover the Portuguese economy were presented, especially after the end of the Iberian Union (1640). Around the same time, residents of the States of Maranhão and Pará proposed a solution: to explore local products similar to ancient Asian spices. The purpose of this study was to analyze the emergence of spices in the Portuguese Amazon, and the role of this region in the political and economic contexts of the end of the monarchy. Keywords: spices; Ama… Show more

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“…O interesse pela especiaria era considerável, já que, como advertiam nessa mesma consulta ao rei, o negócio podia ser proveitoso para a Fazenda real, que poderia se beneficiar e comerciar, "tirando-se delas os efeitos que de anos a esta parte se não tiram das da Índia, por os holandeses estarem senhores dela". 38 A crise do império oriental (SUBRAHMANYAM, 1995, p. 205-256) e a descoberta de produtos semelhantes aos da Índia (como o cravo-de-casca) ensejaram uma corrida aos sertões em busca de novos produtos e também diversas tentativas de cultivo desses gêneros, infrutíferas na sua grande maioria (CHAMBOULEYRON, 2014a;CARDOSO, 2015). Ainda na década de 1680, João de Moura advertia num escrito em forma de diálogo:…”
Section: /219unclassified
“…O interesse pela especiaria era considerável, já que, como advertiam nessa mesma consulta ao rei, o negócio podia ser proveitoso para a Fazenda real, que poderia se beneficiar e comerciar, "tirando-se delas os efeitos que de anos a esta parte se não tiram das da Índia, por os holandeses estarem senhores dela". 38 A crise do império oriental (SUBRAHMANYAM, 1995, p. 205-256) e a descoberta de produtos semelhantes aos da Índia (como o cravo-de-casca) ensejaram uma corrida aos sertões em busca de novos produtos e também diversas tentativas de cultivo desses gêneros, infrutíferas na sua grande maioria (CHAMBOULEYRON, 2014a;CARDOSO, 2015). Ainda na década de 1680, João de Moura advertia num escrito em forma de diálogo:…”
Section: /219unclassified
“…The backland drugs were the main reason of Amazônia colonization, since Portugal could not control the Indian spices route, it then attempted to use Amazônia products as substitutes, among them, the cocoa, pau-cravo and achiote; that led to the cities and villages foundation in order to control the territory and the transit of foreigners in Amazônia. Belém, the capital of Pará, was founded and expanded in that context of monitoring, due to its geographic location and strategic importance, seen as one of the main entry doors for Amazônia (Cardoso 2015).…”
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