2007
DOI: 10.1590/s1414-32832007000200005 View full text |Buy / Rent full text
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Abstract: A necessidade de mais colaboração entre disciplinas e profissões é freqüentemente ressaltada em diferentes textos e apontada como possível solução para diversos impasses e questões vividas pelas equipes que atuam em programas e serviços dos setores saúde e educação. No entanto, a discussão sobre a interação disciplinar e profissional tem carecido de avanços em relação ao que foi proposto por Japiassu no Brasil dos anos 1970. Por outro lado, o Sistema Nacional de Saúde (SUS) necessita de propostas que, efetivam… Show more

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“…Os profissionais parecem pontuar essa problemática quando dizem sentirse excessivamente responsabilizados pelo caso, embora trabalhem em equipe de referência e reconheçam situações de compartilhamento. Nesse sentido, alguns autores sugerem que o funcionamento das equipes requer permanente construção de pontes que permitam o tráfego entre os profissionais, de tal modo que coloquem afinidades e diferenças em contato, sem negá-las ou emudecê-las 6 . Quando desobstruído, esse tráfego permite que os pacientes circulem pelo serviço e pelos trabalhadores, encontrando distintos espaços de expressão e acolhimento para as suas experiências 18 .…”
Section: Discussionunclassified
“…As oficinas da pesquisa criaram parâmetros para a avaliação desse trabalho, propondo a verificação do número casos discutidos e de atores envolvidos nessa discussão. Contudo, tal como os profissionais indicam, é provável que esse acompanhamento encontre resistências situadas nas relações de mercado de trabalho, nas buscas pessoais pela diferenciação e nas angústias ligadas aos ferimentos narcísicos, inerentes ao contato com a diferença 6 . Acreditamos ser viável lidar com esses problemas através da sustentação de uma política pública de saúde mental, orientada pelos princípios da Reforma Psiquiátrica, e por meio da orientação clínica indicada pelos pacientes.…”
Section: Discussionunclassified
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“…O desafio de uma formação generalista está na urgência em integrar as diversas disciplinas, saberes e práticas, tendo como foco o cuidado centrado no indivíduo, na família e na coletividade (Furtado, 2007 A RMSF necessita pensar a formação a partir de uma perspectiva ampliada do processo saúde-doença dos indivíduos, assim como refletir sobre as competências e ações que devem ser desenvolvidas por todos os profissionais no contexto da ESF, pois o enfoque técnico das práticas em saúde não possibilita comprovar o caráter social e a maneira característica de adoecer e morrer dos grupos humanos (Toledo e col., 2007).…”
Section: Em Ciências Básicas Da Saúde Pública/saúde Coletivaunclassified