2004
DOI: 10.1590/s0103-20702004000100015
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Abstract: Um renomado periódico espanhol referiu-se recentemente a Zygmunt Bauman como um dos poucos sociólogos contemporâneos "nos quais ainda se encontram idéias". Opinião semelhante é freqüentemente exposta por críticos de várias partes do mundo quando refletem sobre o pensamento desse intelectual polonês radicado na Inglaterra desde 1971 e empenhado há meio século em "traduzir o mundo em textos", como diz um deles. Indiferente às fronteiras disciplinares, Bauman é um dos líderes da chamada "sociologia humanística", … Show more

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“…Neste cenário sociotécnico, a única certeza que podemos ter é que na sociedade e na educação as mudanças serão uma constante (HARARI, 2018) e, por isso, devemo-nos preparar para viver, como referiu Zygmunt Bauman, num tempo em tudo muda, em que "Nossas instituições, quadros de referência, estilos de vida, crenças e convicções mudam antes que tenham tempo de se solidificar em costumes, hábitos e verdades "autoevidentes" (PALLARES- BURKE, 2004).…”
Section: Introductionunclassified
“…Neste cenário sociotécnico, a única certeza que podemos ter é que na sociedade e na educação as mudanças serão uma constante (HARARI, 2018) e, por isso, devemo-nos preparar para viver, como referiu Zygmunt Bauman, num tempo em tudo muda, em que "Nossas instituições, quadros de referência, estilos de vida, crenças e convicções mudam antes que tenham tempo de se solidificar em costumes, hábitos e verdades "autoevidentes" (PALLARES- BURKE, 2004).…”
Section: Introductionunclassified
“…Vários autores, ao caracterizar nossa época, ressaltam a importância assumida pelo consumo. Bauman (2008), por exemplo, comenta que o que diferencia nossa sociedade da anterior é que, nela, não nos engajamos como produtores, mas como consumidores. Já Lipovetsky (2006) chama essa sociedade de sociedade do hiperconsumo, definida por um estado da economia de mercado marcado pela centralidade do consumidor.…”
Section: Introductionunclassified
“…Isso atenderia a uma necessidade reconhecida por diversos autores, desde aqueles que, já há bastante tempo, advogavam a necessidade de produzirmos uma teoria própria que considere nossas especificidades, como Guerreiro Ramos (1981) e Maurício Tragtenberg (PAULA, 2001), até pesquisadores mais recentes, que também discutem nosso hábito de reproduzir conhecimento construído extra-fronteiras, como É difícil falar em pós-modernidade sem que se trate da modernidade. Esta se liga à noção da construção da ordem como tarefa (BAUMAN, 2008), envolvendo a Administração, o planejamento, projetos. Apoia-se em critérios antropocêntricos, como progresso e razão (COOPER;BURRELL, 2006).…”
Section: Introductionunclassified
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