2013
DOI: 10.1590/s1984-64872013000200004
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Abstract: Este artículo analiza los filmes argentinos XXY (Lucía Puenzo, 2007) y El último verano de la boyita (Julia Solomonoff, 2009) para indagar sobre el modo en el que la intersexualidad puede ser leída a partir de las conceptualizaciones de anatomopolítica individual y regulaciones poblacionales que Michel Foucault describe, principalmente en sus cursos Los anormales, Defender la sociedad y en su texto, Historia de la sexualidad.

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“…Foi possível observar também estudos sobre 7) o cinema LGBTQIA+ (ou cinema queer) mais independente, atual e que vem sendo exibido principalmente em festivais ao redor do mundo (Karla BESSA, 2007) ou mesmo em circuitos de exibição convencionais. Nestes estudos, vê-se o olhar dos/as pesquisadores/as voltado para o cinema LGBTQIA+ latino-americano e brasileiro contemporâneos e o que esses cinemas têm propiciado no sentido da (des)construção e/ou reafirmação de "novos modos" de existência mais plurais e fluidos identitariamente (PEIDRO, 2013b;Ertz C. M. dos SANTOS, 2018). Pode-se perceber que neste cinema queer atual não só as categorias de gênero e sexualidades estão sendo privilegiadas, mas que há, em relação a estas, outras problematizações interseccionais envolvendo questões de raça/etnia (Glauco FERREIRA, 2015), classe, geração (Flavi LISBOA FILHO; Alisson MACHADO; Marlon DIAS, 2013), entre outros marcadores de diferenças discutidos nos filmes e nos artigos.…”
Section: Principais Delineamentos Teóricos E Temáticos Dos Artigosunclassified
“…Foi possível observar também estudos sobre 7) o cinema LGBTQIA+ (ou cinema queer) mais independente, atual e que vem sendo exibido principalmente em festivais ao redor do mundo (Karla BESSA, 2007) ou mesmo em circuitos de exibição convencionais. Nestes estudos, vê-se o olhar dos/as pesquisadores/as voltado para o cinema LGBTQIA+ latino-americano e brasileiro contemporâneos e o que esses cinemas têm propiciado no sentido da (des)construção e/ou reafirmação de "novos modos" de existência mais plurais e fluidos identitariamente (PEIDRO, 2013b;Ertz C. M. dos SANTOS, 2018). Pode-se perceber que neste cinema queer atual não só as categorias de gênero e sexualidades estão sendo privilegiadas, mas que há, em relação a estas, outras problematizações interseccionais envolvendo questões de raça/etnia (Glauco FERREIRA, 2015), classe, geração (Flavi LISBOA FILHO; Alisson MACHADO; Marlon DIAS, 2013), entre outros marcadores de diferenças discutidos nos filmes e nos artigos.…”
Section: Principais Delineamentos Teóricos E Temáticos Dos Artigosunclassified
“…La figura del intersexual logra desestabilizar, desde una «posición desnaturalizada», al margen, lo considerado natural: la adscripción a uno u otro sexo resulta innecesaria e inútil, y se descubre, al fin, el carácter ficticio de las dicotomías sexuales, rotas por la aparición de un ser que escapa a esos moldes (Butler, 2007: 222 y 223). Se establece así una tensión en el film entre «la Peidro (2013: 74 y 75) señala a este respecto los créditos iniciales, donde alternan imágenes de un paisaje de flores 29 subacuáticas «presumiblemente hermafroditas por su forma, aspecto y funcionamiento», símbolo del intersexual, y una escena en la que Álex corre por el bosque con un cuchillo en la mano, que apunta a la mutilación o castración a la que vería sometido su cuerpo para encajar en los patrones sexuales. Resulta curiosa la conexión que puede establecerse aquí entre androginia y ciborgs, relación que analizaremos más detenidamente; Haraway (1995: 1 y 2) apunta así a la ruptura de la sexualidad heteropatriarcal que tanto ciborg como andrógino llevan a cabo: «El "sexo" del cyborg restaura algo del hermoso barroquismo reproductor de los helechos e invertebrados (magníficos profilácticos orgánicos contra la heterosexualidad».…”
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