2020
DOI: 10.5007/1984-9222.2020.e75202
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Doenças do trabalho: africanos, enfermidades e médicos nas plantations, sudeste escravista (aproximações)

Abstract: A partir da década de 1990 se desenvolveram estudos históricos sobre doenças dos escravizados no Brasil com base em pesquisas sobre escravidão. Houve uma conexão entre estudos voltados para saúde e para escravidão, destacando-se as pesquisas sobre o pensamento médico sobre os africanos, a identificação das doenças, as práticas de cura e a assistência médica. Neste artigo analisamos as relações entre doenças e as condições de trabalho em áreas cafeeiras. Apresentando um panorama da historiografia, analisamos os… Show more

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“…Este artigo é fruto do exercício de examinar quatro experiências de adoecimento do corpo negro e a presença deste em práticas e na produção do conhecimento médico acadêmico publicadas no periódico Gazeta Médica da Bahia. As vivências sobre as quais lançaremos luz corroboram com as constatações das historiografias brasileira e estrangeira, que apontam as íntimas relações entre a escravidão e a medicina oficial oitocentista (Lima, 2011;Sheridan, 1985;Fett, 2002;Viana, Gomes, Pimenta, 2020;Gomes, Viana, 2021). Na pesquisa de doutorado em andamento, identificamos nos estudos de casos e necrópsias produzidos por membros da Escola Tropicalista a frequente utilização dos corpos de pessoas que tiveram suas vidas atravessadas pelo cativeiro, das mais variadas faixas etárias, atividades produtivas e sexos.…”
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“…Este artigo é fruto do exercício de examinar quatro experiências de adoecimento do corpo negro e a presença deste em práticas e na produção do conhecimento médico acadêmico publicadas no periódico Gazeta Médica da Bahia. As vivências sobre as quais lançaremos luz corroboram com as constatações das historiografias brasileira e estrangeira, que apontam as íntimas relações entre a escravidão e a medicina oficial oitocentista (Lima, 2011;Sheridan, 1985;Fett, 2002;Viana, Gomes, Pimenta, 2020;Gomes, Viana, 2021). Na pesquisa de doutorado em andamento, identificamos nos estudos de casos e necrópsias produzidos por membros da Escola Tropicalista a frequente utilização dos corpos de pessoas que tiveram suas vidas atravessadas pelo cativeiro, das mais variadas faixas etárias, atividades produtivas e sexos.…”
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