2010
DOI: 10.1590/s0102-37722010000300016 View full text |Buy / Rent full text
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Abstract: Este estudo objetivou verificar a frequência de transtornos psiquiátricos em dois grupos de dependentes químicos, cocaína/crack e álcool/cocaína/crack, por meio do Mini International Neuropsychiatric Interview (M.I.N.I Plus). Foram entrevistados 32 indivíduos do sexo masculino, com idade média de 27,65 (DP=7,38) anos. A maioria tinha Ensino Fundamental incompleto (34,37%), era solteira (81,25%) e relatou história familiar de consumo de álcool (76,5% - grupo cocaína/crack; 53,3% - grupo álcool/cocaína/crack). O… Show more

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“…Essas notícias ressaltam a necessidade de estratégias de enfrentamento através da internação do usuário ou de práticas repressivas ao narcotráfico (Santos, Acioli Neto, & Sousa, 2012) e apontam para uma "epidemia" desenvolvida em todo o território nacional (Gomes, 2010). O crack é tratado como um problema social grave que necessita de intervenções urgentes (Occhini &Teixeira, 2006;Scheffer, Pasa, & Almeida, 2010). Apesar disso, o crack não se situa entre as drogas mais consumidas no Brasil (Chavez et al, 2011;Bastos & Bertoni, 2014) e nunca se tornou uma droga popular ou amplamente usada em nenhum lugar do mundo (Morgan & Zimmer, 1997).…”
Section: Os Usos Sociais Do Crackunclassified
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“…Essas notícias ressaltam a necessidade de estratégias de enfrentamento através da internação do usuário ou de práticas repressivas ao narcotráfico (Santos, Acioli Neto, & Sousa, 2012) e apontam para uma "epidemia" desenvolvida em todo o território nacional (Gomes, 2010). O crack é tratado como um problema social grave que necessita de intervenções urgentes (Occhini &Teixeira, 2006;Scheffer, Pasa, & Almeida, 2010). Apesar disso, o crack não se situa entre as drogas mais consumidas no Brasil (Chavez et al, 2011;Bastos & Bertoni, 2014) e nunca se tornou uma droga popular ou amplamente usada em nenhum lugar do mundo (Morgan & Zimmer, 1997).…”
Section: Os Usos Sociais Do Crackunclassified
“…Os trabalhadores afirmaram que drogas como a anfetamina e o crack têm baixo custo e são facilmente encontradas nos postos de descanso e alimentação (Leyton et al, 2012). Diversos estudos apontam o comprometimento à saúde decorrente do uso de cocaína e crack, incluindo prejuízos neuropsicológicos, psiquiátricos, pulmonares e cardiovasculares (Marques, Ribeiro, Laranjeira, & Andrada, 2012;Scheffer, Pasa, & Almeida, 2010). Contudo, apesar de alguns motoristas entrevistados terem consciência sobre os efeitos e repercussões do consumo de drogas, ainda recorrem a essa alternativa para se manterem acordados para trabalhar e cumprir os prazos de entrega (Knauth et al, 2012;Masson & Monteiro, 2010;Penteado et al, 2008;Williamson, 2007).…”
Section: Discussionunclassified
“…Entende-se que este fato pode estar relacionado às características da população em questão, tais como o não uso de medicação, o perfil mais motivado para o tratamento (característico de internos em Comunidades Terapêuticas), não sendo esperado que apresentem transtornos externalizantes. Esse resultado confirma outros estudos já realizados (Johnson et al, 2002;Scheffer et al, 2010) com dependentes químicos em período de abstinência. Destaca-se a alta frequência de Transtorno de Ansiedade Generalizada entre os usuários de associação de drogas ilícitas.…”
Section: Discussionunclassified
“…A presença de transtornos psiquiátricos associados ao uso de drogas -comorbidade psiquiátrica -tem sido tema de estudos nacionais (Alves, Kessler, & Ratto, 2004;Scheffer, Pasa, & de Almeida, 2010;Zaleski et al, 2006) e internacionais (Demetrovics, 2009;Grant, Hasin, Chou, Stinson, & Dawson, 2004;Jané-Llopis, & Matytsina, 2006;Lai & Huang, 2009;Merikangas et al, 1998;Regier et al, 1990). Indivíduos dependentes químicos possuem mais chances de desenvolver um transtorno psiquiátrico, quando comparados a indivíduos que não utilizam drogas, sendo a identificação deste outro transtorno relevante tanto para o prognóstico quanto para o tratamento adequado do paciente (Cordeiro & Diehl, 2011;Ribeiro, 2012).…”
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