2015
DOI: 10.26512/museologia.v3i6.16691
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Abstract: Apresentação

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“…Nas grandes cidades, em que os sujeitos se tornam anônimos na multidão, torna-se possível ser visível e reconhecido e às vezes abordado por aqueles que compartilham as mesmas referências, mas ainda não se conhecem, ou mesmo por aqueles que contestam tais referências (o que pode ser de forma violenta).Desta maneira, as práticas espaciais nas cidades podem ser lidas enquanto modos de fazer, de enunciação e significação da cultura, pois "[...] não basta ser autor de práticas sociais; é preciso que essas práticas sociais tenham significado para aquele que as realiza"(CERTEAU, 1995, p. 141).A abordagemde Almeida e Tracy (2003) sobre territorialidade nômade dos jovens da zona sul do Rio de Janeiro oferece elementos importantes para a nossa análise, pois segundo as autoras, as trajetórias tornam-se um traço característico da ocupação noturna. "Essas trajetórias são delineadas por multidões de jovens que fazem do deslocamento um fim em si"(ALMEIDA; TRACY, 2003, p. 18).A caracterização do "nomadismo", como modo de ser específico está ligado a territorialidade, ou seja, a espacialização da experiência (social e subjetiva) em termos de deslocamento e não de fixação, como é o caso das existências sedentárias. Em vez de fixar-se em um ponto do espaço, transformando-o em um "lugar", como faz o sedentário, o nômade tem um território, segue trajetos contingentes, "vai de um ponto a outro" (ALMEIDA; TRACY, 2003, p. 41).…”
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“…Nas grandes cidades, em que os sujeitos se tornam anônimos na multidão, torna-se possível ser visível e reconhecido e às vezes abordado por aqueles que compartilham as mesmas referências, mas ainda não se conhecem, ou mesmo por aqueles que contestam tais referências (o que pode ser de forma violenta).Desta maneira, as práticas espaciais nas cidades podem ser lidas enquanto modos de fazer, de enunciação e significação da cultura, pois "[...] não basta ser autor de práticas sociais; é preciso que essas práticas sociais tenham significado para aquele que as realiza"(CERTEAU, 1995, p. 141).A abordagemde Almeida e Tracy (2003) sobre territorialidade nômade dos jovens da zona sul do Rio de Janeiro oferece elementos importantes para a nossa análise, pois segundo as autoras, as trajetórias tornam-se um traço característico da ocupação noturna. "Essas trajetórias são delineadas por multidões de jovens que fazem do deslocamento um fim em si"(ALMEIDA; TRACY, 2003, p. 18).A caracterização do "nomadismo", como modo de ser específico está ligado a territorialidade, ou seja, a espacialização da experiência (social e subjetiva) em termos de deslocamento e não de fixação, como é o caso das existências sedentárias. Em vez de fixar-se em um ponto do espaço, transformando-o em um "lugar", como faz o sedentário, o nômade tem um território, segue trajetos contingentes, "vai de um ponto a outro" (ALMEIDA; TRACY, 2003, p. 41).…”
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