2006
DOI: 10.1590/s0102-09352006000100002
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Aplicação da técnica de PCR na detecção de Yersinia enterocolitica em suínos abatidos sem inspeção

Abstract: RESUMOAvaliou-se a contaminação de carcaças e tonsilas de suínos por Y. enterocolitica em estabelecimentos de abate não inspecionados, comparando a pesquisa microbiológica convencional com a técnica da reação em cadeia de polimerase (PCR) e o tipo de amostra analisada (de tonsila ou de carcaça), como subsídio ao monitoramento microbiano em sistemas de análise de perigos e pontos críticos de controle. Calcularam-se os custos dos dois testes. Não se detectou Y. enterocolitica pela técnica microbiológica convenci… Show more

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“…No Brasil, trabalhos indicam o suíno vivo (MENDONÇA et al, 1995; LÁZARO, 1997; LEAL; LEAL; ALMEIDA, 1997) e suínos abatidos (TEODORO, et al, 2006) como portadores e a presença do agente em alimentos (ALBUQUERQUE; CARDOSO, 1999;; entretanto, alguns autores relatam haver diferenças de acordo com a região do país estudada, no isolamento do agente em suínos, em alimentos e em amostras clínicas de humanos (LEAL; LEAL; ALMEIDA, 1997). Além disso, não há estudos a respeito da epidemiologia deste agente na cadeia de produção da carne suína no país.…”
Section: Epidemiologiaunclassified
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“…No Brasil, trabalhos indicam o suíno vivo (MENDONÇA et al, 1995; LÁZARO, 1997; LEAL; LEAL; ALMEIDA, 1997) e suínos abatidos (TEODORO, et al, 2006) como portadores e a presença do agente em alimentos (ALBUQUERQUE; CARDOSO, 1999;; entretanto, alguns autores relatam haver diferenças de acordo com a região do país estudada, no isolamento do agente em suínos, em alimentos e em amostras clínicas de humanos (LEAL; LEAL; ALMEIDA, 1997). Além disso, não há estudos a respeito da epidemiologia deste agente na cadeia de produção da carne suína no país.…”
Section: Epidemiologiaunclassified
“…A partir de então, diversos estudos vêm sendo realizados a fim de se determinar a prevalência do agente em suínos abatidos, ambientes de abatedouros e carne suína (ASPLUND et al, 1990;MENDONÇA et al, 1995;LAMBERTZ;DANIELSSON-THAM, 2005). No Brasil, existem estudos sobre a prevalência do agente em suínos vivos (MENDONÇA et al, 1995;LÁZARO, 1997;ALMEIDA, 1997), suínos abatidos (TEODORO, et al, 2006) e alimentos (ALBUQUERQUE; CARDOSO, 1999;; entretanto, não há estudos a respeito da epidemiologia deste agente na cadeia de produção da carne suína no país.…”
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