2019
DOI: 10.25091/s01013300201900020003
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Abstract: Eram os idos de outubro de 1972. O Cebrap lançava, então, o segundo número de sua revista, à época denominada Estudos Cebrap. Como carro-chefe, oferecia ao leitor um longo ensaio de quase oitenta páginas que, nos dias atuais, seria certamente recusado por dez entre dez editores. Um artigo tão cônscio de sua ousadia que, já na frase de abertura, deixava claro o alcance almejado: A perspectiva deste trabalho é a de contribuir para a revisão do modo de pensar a economia brasileira, na etapa em que a industrializa… Show more

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