volume 16, issue 2, P338-345 2014
DOI: 10.1590/s1517-106x2014000200006
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Abstract: Partindo dos argumentos apresentados por Giorgio Agamben no texto "O que é o contemporâneo?" (2008), este artigo procura trazer alguma luz sobre a noção de contemporaneidade na psicanálise. Se os processos do sistema inconsciente não têm nenhuma relação com o tempo (Freud, 1915), haveria algo que, no campo da psicanálise como tal, se poderia chamar de contemporâneo?