volume 6, issue 1, P1-10 2000
DOI: 10.1590/s1516-73132000000100001
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Abstract: As especificidades que observamos no modo com que alguns grupos de estudantes conduziam seu trabalho num laboratório didático de ensino superior, nos fizeram refletir sobre a possibilidade de compreender a articulação da dinâmica dos grupos, a partir de elementos que se encontravam além do alcance da cognição. Em analogia à visão de W. R. Bion, acerca do funcionamento dos grupos terapêuticos, pudemos dar significado a esses elementos e interpretar o trabalho dos estudantes no laboratório didático, a partir de …

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