2013
DOI: 10.1590/s0104-83332013000100004
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Abstract: Em minhas pesquisas sobre o tema da memória política privilegiando os participantes da resistência armada no Brasil, foi possível detectar diferenças marcantes nas narrativas autobiográficas sobre os anos de militância política. Não obstante as dificuldades das generalizações para experiências tão extremas, três questões se mostraram decisivas. A primeira delas refere-se às diferenças de gênero; a segunda ao grau de violência sofrida a terceira e, talvez mais importante, à posição subjetiva de sujeito ativo ve…

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