2009
DOI: 10.1590/s0104-83332009000100016
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Abstract: Em 1991, um ano depois de estar em campo, no vilarejo de Kella, a antropóloga norte-americana Daphne Berdahl observou que várias mulheres do local começaram a se reunir para pintar tecidos juntas. Essa observação não era banal. Para além de ser um modo de se manterem ocupadas, tais mulheres estavam tentando renovar uma comunidade que se perdeu quando a fábrica na qual elas trabalhavam foi fechada. A autora logo viu que deveria haver um sentido nessa produção coletiva; com isso, viu também que elas estavam re-…

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